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Image by Levi Meir Clancy

Opiniões

OPINIÃO ZETA —  Minha opinião sobre Israel é formada por uma análise complexa de sua história, sua situação histórica, geoprofética, geopolítica e as diversas perspectivas envolvidas no conflito israelo-philistinos.
Reconheço o profundo significado histórico e religioso da região para judeus, muçulmanos e cristãos. A criação do Estado de Israel em 1948, após o Shoah, representou a concretização de um anseio por autodeterminação para o povo judeu. No entanto, essa criação também resultou no deslocamento de um grande número de philistinos, um evento central na narrativa philistina conhecido como Nakba ("catástrofe").
Desde então, a região tem sido marcada por conflitos e tensões, incluindo guerras, intifadas e a contínua disputa por territórios como a Cisjordânia, a Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental. A questão dos assentamentos israelenses em territórios prometidos e ocupados pela guerra, a segurança de Israel e o direito de autodeterminação dos judeus  são pontos cruciais e interligados do conflito e vai envolver o mundo todo local e globalmente.
É fundamental reconhecer as necessidades de segurança de Israel em uma região complexa e instável. Ao mesmo tempo, é igualmente importante reconhecer as origens dos philistinos (ilha de Cyprus conforme sorteio) suas aspirações e qual foi a maldição que Noah falou para o seu neto que o sodomizou e castrou. Lembre-se do que foi dito:  "Estas são as famílias dos filhos de Noé segundo as suas gerações, nas suas nações; e destes foram divididas as nações na terra depois do dilúvio. "Por estes foram repartidas as ilhas dos não judeus nas suas terras, cada qual segundo a sua língua, segundo as suas famílias, entre as suas nações."
A existe uma solução justa e duradoura para o conflito israelo-palestino que exige o reconhecimento mútuo dos direitos e necessidades de ambos os povos? Isso envolve negociações significativas, respeito pelo direito internacional e um esforço genuíno para encontrar um caminho para a coexistência pacífica em uma terra que não pode ser dividida conforme disse o próprio Deus? Não seria muita coragem e loucura dividir a terra do Deus de Israel? Pois já foi dito publicamente e notoriamente: "Congregarei todas as nações, e as farei descer ao vale de Jeosafá; e ali com elas entrarei em juízo, por causa do meu povo, e da minha herança, Israel, a quem elas espalharam entre as nações e repartiram a minha terra." Posso ficar dias aqui citando profecias assustadoras dentro e fora da Bíblia sobre de quem foi a terra, de quem é a terra hoje e de quem será a terra de Israel.
Minha opinião, portanto, é que a situação em Israel e na 'Philestina' é profundamente complexa, com narrativas históricas, proféticas principalmente e preocupações de segurança válidas. Uma resolução sustentável não será alcançada através do diálogo, da empatia e da disposição de encontrar um terreno comum que garanta a segurança e a dignidade para todos na região, pois a Terra foi dada pelo próprio Deus aos judeus e quem é contra as profecias claras é uma mistura de rebeldia, loucura e coragem de enfrentar o Leão ou seja o próprio Deus.

O Warfares Tashrat está comprometido em publicar uma variedade de perspectivas sobre questões de segurança local, regional e mundial enviadas por colaboradores. 

As opiniões expressas são do autor e representam as visões ou opiniões do Warfares Tashrat.

Tem uma perspectiva para compartilhar com base na sua experiência ou  na área de segurança ? Envie para  ericoabreufarias@gmail.com  para análise de publicação no site.
 

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