CORVUS

Katsuran-no-jutsu
割乱の術
A Técnica de Semear a Discórdia
Rūgen 流言
Rumores Flutuantes
É o termo técnico para a criação de "boatos de prateleira" ou mentiras que se espalham sozinhas. Como funcionava: Os operador sabiam que as pessoas comuns adoram fofocas. Eles plantavam uma mentira sutil para uma cozinheira no mercado ou para um bêbado na taverna. A técnica consistia em fazer o boato parecer um "segredo compartilhado". Em poucos dias, a própria população se encarregava de espalhar a história por toda a região, fazendo com que ela chegasse aos ouvidos dos soldados e afetasse o moral das tropas.

Kōsen-jutsu 口戦術 — A Guerra de Palavras
Tática usada logo antes ou durante um cerco a um QG. Operadores disfarçados ou infiltrados começavam a sussurrar entre os soldados sobreviventes que os mantimentos estavam acabando, que a água estava envenenada ou que o Chefe pretendia fugir e abandoná-los. O boato destruía a vontade de lutar do exército de dentro para fora.

Katsuran-no-jutsu 割乱の術 — A Técnica de Semear a Discordia
Esta é a estratégia principal de desinformação. O objetivo era fraturar a união do exército inimigo antes mesmo de uma batalha começar.
Como funcionava: O operador se infiltrava na região rival (usando a sua vida dupla) e começava a espalhar boatos específicos, como: "A pessoa X está planejando trair o Y" ou "A Casa do vizinho já se esvaziou". Isso gerava paranoia entre os comandados, que passavam a desconfiar uns dos outros.

Sōjutsu 惣術 - A coordenação de pequenas células
A coordenação de pequenas células independentes que operavam sem saber a identidade umas das outras, garantindo que a captura de um operador não destruísse toda a organização.

Uma tática refinada onde o operador espalhava um boato que continha 90% de verdades óbvias e 10% de uma mentira crucial. Como a maior parte da informação era facilmente verificável pelo inimigo, ele acabava aceitando os 10% de mentira como um fato real, caindo na armadilha tática.
Go-shinjitsu 誤真實 A Falsa Verdade

Gofū-no-jutsu (誤風の術) — O Vento Errado.
Esta técnica envolvia o uso de documentos falsos para espalhar boatos de alto nível.
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Como funcionava: O operador forjava uma carta, diário ou mapa tático falso e "deixava cair" ou permitia que fosse capturado pelos guardas inimigos. O documento continha boatos sobre alianças secretas inexistentes ou rotas de ataque falsas. Ao ler o documento, o comando inimigo mudava suas tropas de lugar, deixando a verdadeira rota de invasão desprotegida.